Álbum de selos de dinossauros e paleontologia em Leuchtturm OPTIMA
Quase seis décadas de dinossauros em selos, de 1965 a 2022, reunidas em um único álbum: das reconstruções da Polônia e de San Marino aos esqueletos do Reino Unido e aos dinossauros brasileiros, como o Angaturama limai.
- selos e peças filatélicas
- 928–930
- emissores
- 90
- anos das emissões
- 1965–2022
- fotos, sem repetição
- 130
- Mais de 900 selos e peças filatélicas, de 90 emissores, em álbum já montado
- 9 blocos, 39 minifolhas, 1 folha ilustrada e 4 quadras
- Álbum Leuchtturm OPTIMA com folhas e estojo bordô
- Inventário digital, relatório técnico e artigo sobre paleoarte e filatelia
- 130 fotos diferentes, ao menos uma de cada emissor
- Emissões de 1965 a 2022
- Destaques da Polônia, Hong Kong, Brasil, Austrália, África do Sul e Reino Unido
- Pares, tiras e outras apresentações conectadas preservadas
Galeria completa do álbum
Ao todo são 130 fotografias diferentes das páginas, folhas e blocos, com ao menos uma foto de cada um dos 90 emissores. As 9 do alto da página não se repetem aqui. Reflexos, marcas e etiquetas do álbum foram mantidos como estão.
121 fotos, exibindo 24 — toque ou clique em qualquer uma para ampliar.
Ficha do álbum
- Tema
- Dinossauros, paleontologia e vida pré-histórica
- Tipo de coleção
- Temática internacional
- Álbum
- Leuchtturm OPTIMA
- Cor do álbum e do estojo
- Bordô
- Acondicionamento incluído
- Álbum, folhas e estojo fotografados
- Quantidade
- 928 a 930 selos e peças filatélicas, contados um a um: 863 a 865 selos e 65 peças de correio local ou de emissões não autorizadas. Os selos de blocos e minifolhas contam individualmente; margens e vinhetas decorativas não entram na conta
- Período documentado
- 1965 a 2022, entre as peças com data identificada
- Emissores registrados
- 90 designações, incluindo países, territórios, administrações históricas e inscrições locais ou não autorizadas
- Organização do inventário
- 192 grupos documentais
- Fotografias
- 130 fotos diferentes no anúncio, sem repetição, com ao menos uma de cada emissor
- Blocos com margens
- 9
- Minifolhas
- 39
- Folha ilustrada
- 1, com 16 campos
- Quadras
- 4
- Outras apresentações
- Pares, tiras, avulsos e fragmento vietnamita de seis campos unidos
- Condição
- Mista, com peças sem carimbo frontal aparente, carimbadas e CTOs prováveis
- Verso, goma e charneira
- Não avaliados; a descrição se refere à frente das peças
- Categorias do material
- Selos postais, material local e emissões não autorizadas, discriminados no inventário
- Documentação digital
- Inventário em planilha, relatório técnico e artigo temático, que acompanham a coleção
- Autores do estudo
- Thaisa Aline Alves Jorge e Higor Vinicius Nogueira Jorge
- Modalidade de venda
- Conjunto completo: selos, álbum, folhas, estojo e documentação digital
- Envio
- Frete grátis, com embalagem reforçada
Vídeo: folheando o álbum
Sobre este álbum
Este álbum reúne uma coleção internacional de selos e outras peças filatélicas dedicadas aos dinossauros, à paleontologia e à vida pré-histórica. O conjunto está montado em álbum Leuchtturm OPTIMA, com folhas de acondicionamento e estojo bordô.
As páginas permitem observar diferentes maneiras de representar animais extintos: reconstruções em paisagens, desenhos de esqueletos, detalhes anatômicos, cenas com vários animais e composições distribuídas por selos unidos. A diversidade aparece tanto nos assuntos quanto nos formatos, com exemplares avulsos, pares, tiras, quadras, blocos e minifolhas.
A apresentação abaixo destaca peças registradas nas fotografias e no inventário desta coleção. Todas podem ser conferidas na galeria completa do anúncio, que traz ao menos uma foto de cada emissor. Os nomes dos animais são utilizados conforme as legendas das peças mencionadas, sem pressupor que toda denominação histórica corresponda à classificação científica atualmente aceita.
Dimensão e composição do conjunto
O inventário registra 930 campos filatélicos. Dois desenhos brasileiros de 1991 aparecem fotografados tanto avulsos quanto em par, e as imagens podem mostrar os mesmos exemplares; por isso a quantidade é informada entre 928 e 930, sem contar essas peças em dobro.
Desses campos, 865 são selos. Os outros 65 são peças de correio local (13) e emissões não autorizadas (52), discriminadas uma a uma no inventário que acompanha a coleção. Como os dois desenhos brasileiros estão entre os selos, a contagem de selos fica entre 863 e 865.
A contagem considera os campos individuais das peças avulsas e das apresentações conectadas. Uma minifolha com seis campos contribui com seis campos para o inventário, mas continua sendo um único suporte unido. Margens, vinhetas e a presença de mais de um animal no mesmo selo não são contadas como selos adicionais.
Estão registrados 9 blocos com margens, 39 minifolhas, 1 folha ilustrada com 16 campos e 4 quadras, além de pares, tiras e avulsos. Há também um fragmento vietnamita com seis campos unidos, classificado separadamente das folhas íntegras.
O levantamento reúne 90 designações de emissores, incluindo países, territórios, administrações históricas e inscrições de material local ou não autorizado. Entre as peças com data identificada, o intervalo vai de 1965 a 2022; algumas peças não trazem o ano de emissão identificado.
Polônia: dez desenhos de animais pré-históricos de 1965
Uma das páginas fotografadas apresenta dez selos poloneses de 1965. Entre as legendas visíveis estão Edaphosaurus, Brontosaurus, Stegosaurus, Brachiosaurus, Styracosaurus, Corythosaurus, Rhamphorhynchus e Tyrannosaurus. O conjunto também contém representações aquáticas, ampliando o repertório para além dos dinossauros terrestres.
Essa página oferece exemplos concretos da linguagem visual empregada nos anos 1960. O selo de Brachiosaurus mostra o animal parcialmente imerso na água, enquanto outros desenhos destacam placas dorsais, chifres, pescoços alongados e animais em postura bípede. Essas características permitem comparar as imagens históricas do próprio álbum com as reconstruções presentes nas peças de décadas posteriores.
San Marino: nove peças de 1965
O álbum contém uma página com nove peças de San Marino identificadas no levantamento como pertencentes à emissão de 1965. Nela aparecem, entre outras, as legendas Pteranodon, Elasmosaurus, Tyrannosaurus rex, Stegosaurus, Iguanodon e Triceratops.
As imagens apresentam animais em ambientes terrestres, aquáticos e de voo, com diferentes orientações e valores faciais. A descrição refere-se às nove peças presentes no álbum.
Hong Kong: conjuntos de 2014 e 2022
A página referente a Hong Kong de 2014 reúne seis selos com legendas em chinês e nomes científicos em caracteres latinos. Estão visíveis Daxiatitan binglingi, Microraptor gui, Lufengosaurus magnus, Tuojiangosaurus multispinus, Protoceratops andrewsi e Yangchuanosaurus shangyouensis. Os exemplares fotografados conservam vinhetas anexas com a inscrição Chinese Dinosaurs.
O selo de Microraptor gui apresenta uma figura com plumagem, e os demais desenhos permitem observar diferentes silhuetas, proporções e elementos anatômicos. As vinhetas integram a apresentação física dessas peças, mas não são contabilizadas como selos extras.
Também está presente o conjunto de seis selos de Hong Kong de 2022, com as legendas Tyrannosaurus, Spinosaurus, Triceratops, Diplodocus e Brachiosaurus. O sexto selo apresenta Allosaurus e Hesperosaurus na mesma composição. Trata-se de um único selo com dois animais representados, e não de dois selos separados.
A presença dos dois conjuntos permite comparar, dentro da própria coleção, escolhas de composição, paisagens, legendas e representações de animais em emissões de anos diferentes.
Brasil: referências à paleontologia nacional
Nas páginas brasileiras estão documentados os dois desenhos de dinossauros de 1991, com referências ao Museu Nacional e à UFRJ nas legendas. As representações são de um terópode e de um saurópode. Como esses desenhos aparecem avulsos e em par, a contagem do álbum já considera a possibilidade de se tratar dos mesmos exemplares.
Também estão presentes dois selos de 1995 com as legendas Angaturama limai e Titanosaurus sp., além do selo de 1999 referente ao Vale dos Dinossauros, em Sousa, na Paraíba. Essas peças introduzem localidades e referências brasileiras no repertório internacional da coleção.
A mesma documentação fotográfica mostra peças personalizadas dos Correios com imagens identificadas pelas legendas Caiuajara dobruskii e Vespersaurus paranaensis. Elas são descritas como material personalizado, preservando a distinção entre a apresentação personalizada e uma emissão temática regular. Sua presença amplia as possibilidades de consulta sobre a representação filatélica da paleontologia brasileira.
África do Sul e Austrália: outros animais e paisagens pré-históricas
A página sul-africana reúne quatro selos de 1982 relacionados aos fósseis do Karoo, com as legendas Bradysaurus, Lystrosaurus, Euparkeria e Thrinaxodon. Os exemplares conservam margens de folha com inscrições e números. Essa apresentação permite observar tanto as ilustrações quanto elementos que acompanham a impressão dos selos.
Na página australiana de 2013 estão presentes seis selos de 60 centavos, identificados pelas legendas Serendipaceratops, Koolasuchus, Qantassaurus, Diamantinasaurus, Australovenator e Timimus. Há formatos verticais e horizontais e cenas com animais isolados ou em grupo. O repertório inclui Koolasuchus, um anfíbio, evidenciando que o tema do álbum abrange formas de vida pré-históricas além dos dinossauros.
Reino Unido: esqueletos e iconografia científica
O conjunto britânico de 1991 está representado por cinco selos com imagens de esqueletos e as legendas Iguanodon, Stegosaurus, Tyrannosaurus, Protoceratops e Triceratops. Os valores faciais visíveis são 22, 26, 31, 33 e 37, e as peças trazem a inscrição Owen’s Dinosauria 1841.
Essas imagens acrescentam uma abordagem anatômica à coleção. Em vez de apresentar apenas reconstruções de animais vivos, destacam estruturas ósseas, oferecendo uma comparação direta com as cenas e paisagens dos outros conjuntos fotografados. A inscrição histórica integra o desenho dos selos; o ano de emissão registrado para essas peças é 1991.
Maldivas e República Centro-Africana: composições em folhas
Entre as apresentações das Maldivas está a minifolha fotografada com seis campos inseridos em uma paisagem desértica contínua, com grandes formações rochosas ao fundo. Nela são visíveis, entre outras, as legendas Stegosaurus, Styracosaurus e Massospondylus. A composição pode ser apreciada como um conjunto, com a paisagem ultrapassando os limites de cada campo.
A coleção também contém uma folha ilustrada com a inscrição République Centrafricaine e dezesseis campos de animais pré-históricos. Entre as legendas visíveis estão Stegosaurus, Brontosaurus, Styracosaurus e Tarbosaurus. As diferentes cores de fundo e a disposição em quatro fileiras distinguem essa apresentação dos selos avulsos e das minifolhas menores.
Esses exemplos demonstram a variedade de formatos efetivamente presente no álbum. A inscrição do emissor e a presença física da peça são registradas separadamente da análise de autorização postal feita no inventário.
São Vicente e Granadinas, Vietnã e Zimbábue
A página de São Vicente e Granadinas apresenta seis selos com margens de folha e marcas de cor. Estão visíveis as legendas Pinacosaurus, Oviraptor, Centrosaurus, Protoceratops e Bactrosaurus, além de Mammoth, referente à representação de um mamute. O conjunto reúne, portanto, imagens de dinossauros e de um mamífero pré-histórico.
As páginas vietnamitas documentadas incluem peças com as legendas Brontosaurus, Iguanodon, Stegosaurus, Triceratops e Pteranodon, além de representações de répteis marinhos. Também está fotografado o fragmento de seis campos unidos com imagens de grandes mamíferos, entre eles um mamute, conservado como apresentação conectada e separado dos blocos íntegros na classificação do inventário.
O Zimbábue aparece em seis selos com reproduções de arte rupestre. Essas peças ampliam o tema para a pré-história e suas representações humanas, sem serem apresentadas como selos de dinossauros.
Conheça a pesquisa realizada sobre esta coleção
O álbum foi objeto de estudo documental elaborado por Thaisa Aline Alves Jorge e Higor Vinicius Nogueira Jorge. O trabalho resultou em um inventário digital, um relatório técnico e no artigo Entre o fóssil e o selo: paleontologia, iconografia científica e cultura material em uma coleção temática internacional.
A pesquisa relaciona registros do inventário às fotografias das peças, confronta legendas com fontes filatélicas e científicas e indica diferenças entre nomes impressos, interpretações dos desenhos e classificação do material. Também indica os pontos que só o exame físico ou documentação adicional podem esclarecer.
Essa documentação digital acompanha a coleção e oferece uma base para localizar exemplares, conferir quantidades, estudar as imagens e continuar a organização do acervo. Trata-se de um estudo documental específico deste conjunto, com seus critérios e limitações expressamente registrados.
Condição e natureza das peças
O material apresenta condição mista. Há peças sem carimbo frontal aparente, exemplares carimbados e peças que provavelmente receberam cancelamento para fins filatélicos, conhecido como CTO. A presença de um carimbo não comprova, por si só, que o exemplar tenha circulado em correspondência.
Além de selos postais, a coleção contém material local e emissões classificadas no inventário como não autorizadas, com os respectivos níveis de confiança. Essas categorias fazem parte do conjunto oferecido e são informadas na documentação. A existência e a identificação visual de uma peça não equivalem a uma certificação de autenticidade material ou de autorização postal.
O que acompanha a venda A venda compreende o conjunto fotografado, o álbum Leuchtturm OPTIMA, as folhas de acondicionamento, o estojo bordô e a documentação digital preparada para a coleção. Pares, quadras, blocos, minifolhas e outros grupos unidos integram o lote nas apresentações documentadas.
O álbum já montado permite consultar diferentes conjuntos sem reunir separadamente cada peça. Seu interesse está na variedade de imagens e formatos, na presença dos exemplares descritos e na possibilidade de estudar a relação entre filatelia, paleontologia e representações do passado.
Para conservar o material, mantenha o álbum no estojo, protegido de sol direto, calor e umidade excessiva. Manuseie os selos com pinça filatélica adequada e preserve as apresentações conectadas, evitando separar pares, quadras, blocos e minifolhas.